Os próximos Intel Atom poderão vir com GPU integrada

intel_atom_logoNovidades quentes que vem da mão da Intel, e é claro referem-se a microprocessadores. Os próximos Intel Atom poderão trazer um processador gráfico integrado, se bem que a informação não provem de fontes oficiais e nem tem uma data exata de lançamento.

O que implica um processador gráfico integrado em uma CPU do tipo Atom? Basicamente, se conseguirá reduzir o consumo total e final do conjunto, que se já é baixo poderá ficar irrisório. Se olharmos do lado do rendimento não devemos obter grandes diferenças, mas esta é a evolução natural destas tecnologias. Não podemos esquecer que não seria simplesmente um Atom atual com uma GPU integrada, senão a evolução de um Atom atual com uma GPU básica integrada.

Apenas conhece-se informações sobre qual será a GPU integrada, embora o ideal seria a implementação de um Intel da nova Série 5, cuja chegada está prevista para 2010. No entanto, é mais provável que a Intel prefira integrar em sua série 4, menos potente mas mais estudadas e trabalhadas que a série 5.

O nome em código que é dado a estes Intel Atom com GPU integrada é PineTrail-D, e prevê-se que sejam apresentados os primeiros modelos mononúcleo em finais de 2009. Já para 2010 chegariam as versões de núcleo duplo, supostamente com maior potência em todos os aspectos.

Não podemos esquecer que a concorrência também está movendo-se nesta área. Por um lado a AMD e a Fusion, e por outro o NVidia Ion. São duas tecnologias que se mostram muito interessantes para determinadas tarefas domésticas, mas ainda necessitam de alguns meses, quem sabe anos, para chegar ao mercado.

Via Xataka

Ubuntu desenvolverá uma versão para procesadores ARM

Ubuntu dispõe de uma interface gráfica, Netbook Reix, especialmente desenhada para ultraportáteis, que permite trabalhar de uma forma mais cômoda em telas de pequeno tamanho e resolução menor que a habitual.

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Mas Ubuntu está focado para seu uso sobre plataformas da Intel, e no caso de ultraportáteis falamos, sobretudo, dos processadores Atom. Mas ao poder usar outro tipo de processadores permitirá criar portáteis com um menor consumo de energia e, inclusive, mais baratos. Daí o anuncio de que o Ubuntu irá dispor de uma distribuição para processadores ARM.

Dispor de uma distribuição completa funcionando assim implica que para o usuário é praticamente transparente sobre qual plataforma esteja trabalhando. Os mesmos programas e interface estariam disponíveis tanto para plataformas Intel como para ARM. Talvez então se consiga o que nos prometeram há muito tempo: um ultraportátil de 200 dólares.

A distribuição Ubuntu Desktop Linux será portada para funcionar sobre a arquitetura ARMv7 e se espera que esteja disponível a partir de abril do próximo ano.

Se é para pedir, um dos pontos que gostaríamos que trabalhassem é em conseguir acelerar o boot do sistema, um dos aspectos importantes em dispositivos que se usam, principalmente, para o acesso pontual a Internet. 

Via Genbeta

ClassMate PC conversível

A empresa CTL segue trabalhando em sua linha ClassMate PC e o próximo equipamento que deverá aparecer em cena é uma versão Tablet, baseado em Windows XP com alguma interface de usuário bastante simples para ser utilizado pelos estudantes.

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